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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Que lindo, GTX580 em SLI 3way (3 placas de video em 3 monitores) !

Isso é ser apelão !!! baita hardware, acho que é até possível que rode emulador de N64 rs

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Detalhes de configuração dos celulares para 2011 que pretendem rodar Android 3.0 [codinome:Honeycomb - favo de mel]

Segundo o site http://www.techradar.com a Google planeja lançar no primeiro trimestre de 2011 seu mais novo sistema operacional móvel, o Android Honeycomb que em tradução livre significa favo de mel.

Ainda não há muitos detalhes sobre o produto, mas os boateiros de plantão acreditam que esse sistema possa ser um verdadeiro unificador de plataformas, já que o mesmo será usado tanto em smartphones quanto em netbooks e tablets.

Nesse caso é possível que para os celulares mais simples a google reserve mesmo o Android 2.3 Gingerbread que será lançado ainda neste natal.

Especula-se que os Androids 3.0 exigirão um hardware mais robusto, algo como processadores de 1Ghz e memória RAM de 512 a 1Gb, requisitando telas LCD com resoluções nativas acima de 800x600dpi, estando indicadas aquelas na faixa de 1280x600dpi.

Parece muito, mas devemos perceber que estamos em plena transição para a era dos dispositivos móveis de alto desempenho e em breve será comum celulares com processadores dualcore e chipset de video autônomo para gráficos 3D de alta qualidade, à exemplo do celular LG star que será lançado em breve com processador de video Tegra 2 da NVIDIA, que inclusive possui 2 núcleos, câmera de 8MP capaz de gravar videos em FULL HD, e que virá inicialmente com Android 2.3, podendo ser atualizado.

Veja a imagem do aparelho que será lançado provavelmente no final do ano:


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O ataque dos tablets da Acer: uma "família inteira" de aparelhos


A Acer anunciou hoje que entrará de vez na disputa do mercado de tablets com uma “família inteira” de aparelhos – incluindo um conceito com duas telas. E uma loja de músicas e aplicativos de plataforma neutra criada pela empresa. Confira.
A Acer prometeu uma experiência de uso consistente em todos os aparelhos, independente da plataforma – o que significa que a leva de aparelhos será uma mistura de tablets com Android e Windows. Mas antes de tudo: o tablet Iconia, com duas telas.
Iconia
O Iconia é como um netbook rodando Windows 7, mas com uma segunda tela onde normalmente fica o teclado (como numa versão maior do Libretto, da Toshiba). Se o usuário coloca as duas mãos na tela debaixo, um teclado virtual automaticamente surge, antecipando seus pensamentos. Há controles por gestos também, para uma interação mais fácil com o sistema.
Android e Windows
O tablet de 10 polegadas com Android é a estrela da festa – com Tegra 2, a parte gráfica é o grande lance do modelo, que é capaz de rodar vídeos em 1080p. Há uma saída HDMI e a resolução da tela é de 1280 por 800, um número de muito respeito. Ele rodará a versão Honeycomb do Android, como seu irmão menor de 7 polegadas, que terá a mesma resolução de tela e processador da Qualcomm de 1,2GHz. Ambos ainda não foram batizados oficialmente, mas devem chegar em abril de 2011.
Há também um aparelho de 5 polegadas, no estilo Streak, que promete uma experiência web completa:
O smartphone tem câmera frontal de 1.3MP, 8MP na lente traseira, sendo capaz de filmar em 720p. Por dentro, processador Snapdragon de 1GHz, Wi-Fi no padrão n, 3G e Bluetooth 3.0. E ainda rola uma saída HDMI.
Sobre início de vendas de todos os produtos que levam o robozinho, parece que depende só do Google: a Acer não quer lançar um tablet com sistema operacional feito para smartphones, por isso eles aguardarão o Android 3.0.
Por último, a Acer também anunciou um tablet de 10 polegadas com Windows 7 que terá um teclado destacável como acompanhamento. Ele deve ser o primeiro a chegar ao mercado, com promessa para fevereiro do próximo ano – mas, como os outros, ele também não foi batizado, o que nos dá a sensação de que essa previsão pode ser um pouco otimista demais.
clear.fi
A Acer quer unificar os aparelhos no sistema batizado clear.fi. Basicamente, quando você baixa algum conteúdo, ele ficará disponível para todos aparelhos via clear.fi. Assim, será possível fazer streaming de conteúdo via Wi-Fi – ele descobre automaticamente os aparelhos conectados – e usa uma interface simples de arrastar e soltar para espalhar o conteúdo por aí.
As fontes ficam na esquerda, o conteúdo no meio e os aparelhos destinatários na direita.
Parece bem simples! Mas, claro, será preciso algum aparelho da Acer de no máximo 2009 para ter compatibilidade com o clear.fi.
Alive
A “loja da próxima geração” da Acer foi batizada de Alive. Mas o que ela tem de diferente de outras lojas de aplicativos? A Acer diz que ela é “em tempo real”. Cada conteúdo é um feed, que é exibido ao usuário em tempo real. Estou curioso para ver como funciona ao vivo. Ele também é global e local, ou seja, será possível criar ofertas regionais e parcerias com provedores locais. É uma loja baseada na nuvem – o que significa que mesmo que você perca o aparelho, você não perde seu conteúdo – e as compras serão feitas num sistema de um clique.
O sistema My Channels filtra o conteúdo por interesses específicos, como num canal de TV – o provedor de conteúdo pode agrupar um tipo de programas, qualquer tipo, por idade, sexo, ou qualquer tipo de interesse. No mesmo esquema, o Alive Recommends sugere coisas que você talvez possa gostar, baseado no que já está na sua biblioteca.
E na parte do conteúdo? Parece que a Acer terá um início bem sólido: 8 milhões de músicas na loja, além de milhares de filmes e um bom número (não revelado) de livros, pelo menos para a estreia da rede. Que, inclusive, será no dia 20 de dezembro, na Inglaterra e na Itália, apenas para aparelhos com Windows 7, e deve se expandir para a América, Europa e Ásia no segundo trimestre de 2011. E, apesar da exclusividade do Windows 7 no lançamento, a Acer promete que o Alive será uma rede de plataforma neutra a partir do primeiro trimestre do próximo ano.
Qualquer aparelho da Acer poderá acessar a Alive, mas é claro que o conteúdo em HD será um tanto limitado para quem têm celulares antigos.
Fonte: AKI
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

nVidia GeForce GTX 580: chegou a verdadeira Fermi

nVidia GeForce GTX 580: chegou a verdadeira Fermi



A nVidia GeForce GTX 580 é o que a original deveria ter sido: mais silenciosa, cheia de recursos e eficiente.
Quando a nVidia lançou a GTX 480 — codinome GF100 — este ano, a nova GPU se mostrou controversa. Sem dúvida nenhuma ela era rápida, mas também tinha muitas limitações — toda GTX 480 vinha com uma unidade completamente funcional desabilitada. Não ficou claro se o problema era prioridade (yield) ou consumo de energia. Apesar da energia certamente ser um problema — a placa fazia barulho e esquentava muito.

Por causa da concorrência, a nVidia tinha que lançar a Fermi logo. Mesmo antes da Fermi original sair de cena, os engenheiros da nVidia estavam a todo vapor, trabalhando e reprojetando a GF100. O resultado é a GF110. A nova GPU está, como diria o Imperador Palpatine, "completamente operacional", com todas as unidades funcionais habilitadas. Mesmo com mais transistores assoviando, a velocidade de clock está maior do que os originais 700MHz. Os clocks de memória agora estão a 1GHz, aumentando em relação aos 924MHz da GTX 480.

Recursos



Como você pode ver, o consumo de energia caiu um pouco, enquanto o número de unidades funcionais e velocidades de clock aumentaram.

Os designers da GF110 tiraram algum tempo para melhorar os caminhos que passam pela GPU para endireitar os fluxos de dados. Eles também ajustaram alguns recursos, aumentando o desempenho geral de texturas FP16, entre outras coisas. Além disso, a placa em si agora tem um novo subsistema de resfriamento, incluindo um ventilador redesenhado e uma câmara de vapor (substituindo os heat pipes da GTX 480). Até mesmo a proteção em volta do cooler foi refeita, com o ventilador agora um pouco recuado e mais relevo na borda traseira, o que melhora o fluxo de ar e eficiência do resfriamento em configurações SLI quando as placas estão bem próximas uma da outra.



A câmara de vapor da GTX 580 dissipa o calor de maneira mais eficiente que os velhos heat pipes da GTX 480.

O resultado geral é um barulho de ventilador menos obtrusivo quando a placa está trabalhando pesado. A nVidia estima que a acústica esteja cerca de 5dBA menor em relação à GTX 480, e ainda mais baixo do que isso em relação à GTX 285. Nós percebemos nos nossos testes que a placa não apenas é mais silenciosa, mas também emite ruído em um timbre diferente, que incomoda menos. Isso pode ser causado pelo cooler redesenhado, que agora conta com um anel em volta da estrutura das pás, o que o torna mais rígido.


A falta de heat pipes na GTX 580 é claramente visível aqui.


O chanfro maior e mais raso na traseira do revestimento de resfriamento é parte do redesign do cooler.

Desempenho

O que temos aqui é uma Fermi mais rápida, com todas as unidades funcionais habilitadas, alguns ajustes internos na arquitetura, bem mais silenciosa e resfriada. Mas como ela se sai? Pegamos uma placa GTX 580 de referência comparamos com uma GTX 480 padrão da Asus, além de uma Radeon HD 5870, uma HD 5970 e a nova Radeon HD 6870.

Perceba que a Radeon HD 5970 é uma placa com GPU dupla. O desempenho e suporte ao CrossFireX da AMD tem melhorado consideravelmente com novos lançamentos de drivers, mas a performance ainda é dependente da escalabilidade do CrossFireX. Além disso, a HD 5970 também tem pouco mais de 30cm, o que a torna inviável em muitos casos, e a XFX Radeon HD 5870 XXX Edition tem um pouco de overclock, 3% no clock de núcleo e 8% na memória. Tenha isso em mente quando analisarmos os resultados.

Todos os testes foram realizados em 1920x1200, com AA 4x ligado. Nossa máquina de testes foi um Core i7 975 a 3.3GHz, com 6GB de memória DDR3/1333, rodando em uma placa mãe Asus P6X58D Premium com um drive Seagate 7200.12 de 1TB, um drive de Blu-Ray ROM LG, uma fonte Corsair TX850W e Windows 7 Ultimate 64-bit.

3DMark Vantage Vantage e Unigine Heaven

Vamos dar uma olhada em alguns benchmarks sintéticos. Nós não damos muita atenção para estes resultados, mas são sempre legais de conferir.




O teste do 3DMark Vantage foi rodado no modo "extreme" com qualidade máxima, que não é mais tão extrema para os padrões atuais. A Radeon HD 5970 se sai um pouco melhor que a GTX 580, mas este é o maior resultado que já vimos neste teste para uma placa de GPU única.

Nós esperávamos que a GTX 580 fosse o que a nVidia gosta de chamar de "monstro da tesselação", e se a pontuação no Heaven 2.1 for alguma indicação, ela certamente é. A AMD gosta de focar o seu ponto forte de tesselação em triângulos de 16 pixels, então, quando se aumenta o fator de tesselação do Heaven, ele força a Radeon além desse ponto forte. Assim, a placa da nVidia se sai melhor.

Mas nós nos importamos mesmo é com o desempenho em jogos reais. Vamos dar uma olhada na performance com DirectX 10, então.

Desempenho com jogos em DirectX 10
Os jogos que usamos para testar a performance com DX10 incluem Far Cry 2 (duas cenas diferentes), Just Cause 2 (o benchmark Concrete Jungle), Tom Clancy's HAWX e o antigo, mas ainda lindo, Crysis.




A esta altura, o Crysis já foi metodicamente estudado, e os drivers já foram otimizados pelas fabricantes de GPU. Mesmo assim, a GTX 580 finalmente consegue bater a XFX Radeon HD 5870, apesar da 5970 destruir o Crysis com suas duas GPUs. A HD 5970 também consegue as melhores pontuações em Just Cause 2.

O mesmo não pode ser dito dos benchmarks de HAWX e Far Cry 2. A GTX 580 sai um pouquinho na frente da HD 5970 nestes jogos. Note que a GTX 580 destrói as Radeons com GPU único em todos estes 
testes. [Para os resultados e tabelas completas sobre DX10.

Conclusão: a GTX 580 é monstruosa em DirectX 10. Agora vamos ver como ela se sai em DirectX 11.

Desempenho com jogos em DirectX 11

Os jogos DX11 que testamos não foram muito consistentes. Alguns, como o recente Tom Clancy's HAWX 2 e o Metro 2033, fazem uso pesado dos recursos do DX11. HAWX2, em particular, usa a tesselação por hardware muito pesadamente. Outros, como BattleForge, DiRT2, Alien vs Predator ou Call of Pripyat, usam os recursos do DX11 com parcimônia.




HAWX2 usa a tesselação de modo extremo, mas o resultado é renderizado com uma beleza igualmente impressionante, em paisagens praticamente fotorrealistas. A habilidade fazer tesselação e renderizar até os menores meshes foi bem importante neste teste.

Metro 2033 também foi interessante, principalmente por vermos o quão mal se saiu a Radeon HD 5870 de GPU única. O resultado foi repetido, e nós realmente não sabemos o que aconteceu, já que a mais nova HD 6870 conseguiu um resultado razoável, ainda que também baixo.

Na maioria do resto dos benchmarks, a GTX 580 deu uma canseira na Radeon HD 5970 de duplo GPU, seja vencendo ou chegando bem perto..

Energia

Quanta energia a placa consome? A julgar pelas especificações da nVidia, o consumo de energia dela deve ser próximo ao da GTX 480. Veja os nossos resultados:


Sim, a GTX 580 continua a tradição de alto consumo de energia da Fermi, mas ao menos ela consome os watts de maneira mais quietinha e educada. O desempenho por watt também foi maior, a concluir pelos resultados dos nossos benchmarks. Ainda assim, é impressionante o fato de que mesmo a Radeon HD 5970, com seus dois GPUs, consome menos energia quando está a todo vapor do que a GTX 580.

Conclusões finais: o preço da velocidade

Como vimos, a nVidia GTX 580 é claramente a placa de vídeo de GPU único mais rápida do mercado hoje. Analisamos uma primeira amostra referencial, ou seja, é provável que teremos placas com overclock de fábrica nos próximos meses, aumentando o desempenho ainda mais.
No entanto, o preço por essa GPU tão boa é alto. A nVidia sugere US$ 499. Como sempre acontece quando uma nova GPU chega ao mercado, já estamos vendo alterações de preço na concorrência. As Radeon HD 5870 já estão na faixa dos US$ 350. A Radeon HD 6870, que é um pouco mais lenta (mas mais eficiente) do que a HD 5870, está por menos de US$ 250.
Até mesmo a cada vez mais rara Radeon HD 5970 está com o preço em queda. Dá pra pegar uma Sapphire Radeon HD 5970 por um pouco mais de US$ 450. A AMD também gosta de citar a SUA HD 5970, mas ela está listada no Newegg como "desativada". No entanto, outras HD 5970s continuam ou indisponíveis ou caríssimas. A verdadeira resposta da AMD à GF110, codinome Cayman, não saiu ainda. A Radeon HD 5970 de fato não é uma placa mainstream.
É claro, não sabemos ainda quais são os yields na GF110, ou qual será a sua disponibilidade. Placas de empresas como eVGA e Asus provavelmente estarão um pouco acima da faixa de preço de US$ 499, ao menos inicialmente.
Por outro lado, a GTX 580 ainda tem 27cm, cabendo em gabinetes mais modestos. A nVidia recomenda uma fonte de 600W para uma única GTX 580. Pelo que vimos nos nossos testes de desempenho, não é necessário mais do que uma placa para um display típico de 1920x1200 ou 1920x1080. Mas se você quer usar com três monitores, especialmente se estivermos falando de combinar isso com a solução de 3D da nVidia, você vai precisar de duas — se bem que neste caso a GTX 470, bem mais barata, funcionaria tão bem quanto.
Então é isso. A Fermi — a verdadeira Fermi — chegou. Ainda é cara e consome muita energia, mas é mais silenciosa e com desempenho muito melhor. Estamos ansiosos para ver as placas que aparecerão no comércio, mas, por enquanto, a GTX 580 totalmente operacional deve fazer a alegria dos gamers com bolsos fundos.

Fonte: Aki
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Criador do primeiro laptop ganha renomado prêmio de design


O prêmio Prince Philip Designers – o prêmio mais antigo de design do Reino Unido – foi para Bill Moggridge, o criador do primeiro laptop do mundo. Você possivelmente está lendo isso em um de seus netos – mas o seu é tão bonitão quanto o dele?

É impressionante ver que o computador Grid Compass – criado em 1982 – continua tendo um ar brilhante no quesito design industrial. Ele é gordinho, claro, por limitações técnicas de sua época – mas o acabamento em preto chapado e os ângulos retos são o bastante para ainda derrubar o queixo de muita gente. Pelo menos se pensarmos nos padrões de design de computadores. E ele era resistente também – o suficiente para ser levado ao espaço em missões da NASA.

É interessante também notar algo óbvio – que após 28 anos, os componentes avançados menores e mais velozes do mundo ainda estão no casco fabricado por Moggridge. Bom design é assim, não tem é apenas ok – ele continua por aí indeterminadamente

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Teste: AMD + nVidia, veja do que essa fusão é capaz nesse Big Bang da MSI

Até pouco tempo atrás, ninguém imaginava que essa "fusão" fosse de fato possível, ao menos não de uma forma "oficial".

Pois bem, existiam algumas fórmulas que prometiam a união de uma Radeon em conjunto com a sua "arquirrival" GeForce, mas tudo não passava de uma solução um tanto genérica, com suporte apenas por parte de usuários entusiastas que proveram tal solução.

Mais tarde, surgiram rumores que a companhia MSI, estava a fazer um placa-mãe, ou mobo para quem preferir, capaz de suportar ambas as duas "inimigas" de uma única vez, com certo suporte "oficial" provido pela mesma empresa. A solução vinha sofrendo adiamentos, até que tal produto finalmente veio a público.

Vejamos nesse review, como a placa-Mãe Big Bang Fusion da MSI, deu a luz a essa criação, que de divina não tem nada. 

Veja os Gráficos de Benchmark do teste:


NVIDIA GTX280 + NVIDIA GTX260:



 ATI





A "Fusão"
A MSI Big Bang Fusion é de fato uma placa-mãe poderosa e que consegue com louvor unir AMD e nVidia, duas plataformas diferentes, em uma só. O responsável por tudo isso é a tecnologia Hydra que já fora citada algumas vezes nesse teste. Contudo é importante ressaltar, ela não consegue se manter eficaz sempre em todos os jogos. Em alguns no caso da "fusão" Radeon e GeForce ocorrem quedas de fps, ao invés de aumento na mesma. São poucos, mas eles existem.

Em um resumo da obra, e uma bela e potente, diga-se de passagem, nota-se o quão grandiosasa e de sucesso é essa "monstrinha" para gamer nenhum botar defeito. Com qualidade de áudio profissional e todo um pacote pronto para assegurar um bom potencial de overclock, fazendo que a Big Bang valha cada centavo do investimento. 

Bom, agora tire o escorpião do bolso e vamos ao EDIFÍCIL CENTRAL !!!

Fonte: GAMEVICIO
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Designer cria tocador de MP3 com funções 'esportivas'

O mesmo aparelho que faz a trilha sonora da sua corrida poderá ser usado para calcular distância percorrida, velocidade e calorias queimadas, pelo menos no conceito do designer britânico Paul Rothwell.

Ele projetou esse tocador de MP3, ainda sem previsão de virar realidade, capaz de alternar entre os modos de música e corrida. Com tela sensível ao toque, o aparelho teria entrada para fones de ouvido e poderia, também, medir os batimentos cardíacos.

Aliás, um aviso importante: as argolas amarelas não transformam o aparelho em um soco-inglês; elas são de borracha e têm como função é facilitar o encaixe da mão durante os exercícios.
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Chaveiro com GPS ajuda os perdidos a achar o caminho de casa

Na fábula de Joãozinho e Maria, a salvação era marcar o caminho de volta para casa com migalhas de pão para escapar da bruxa. Mas estamos em 2010 e a realidade é outra. 

Você precisa, afinal, de um pouco de tecnologia se quiser encontrar o carro no estacionamento do shopping em véspera de Natal ou até mesmo redescobrir o caminho de casa depois de uma festa mais intensa, não é mesmo?

O BackTrack GPS promete ser o seu guia e principal aliado da sua memória. Ao sair do seu ponto de partida, você aciona um botão, e o chaveiro começa a salvar o caminho na memória. Na hora de voltar, ele indica a distância e o percurso a seguir, usando setas e diversas unidades de medida (jardas, milhas, metros).

Ele funciona com duas pilhas AAA e grava até três pontos de referência diferentes. O fabricante promete que o GPS funciona com um sistema avançado, capaz de conseguir localizações em locais remotos e acidentados, como montanhas e florestas - o que faria do BackTrack um bom auxiliar para caminhadas mais casuais pela natureza.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

TV da Philips com software Ginga

Demorou demais, mas o Ginga finalmente saiu dos laboratórios e chegou ao mercado. Primeiro ele entrou nos celulares, com o LG TV Phone, mas a primeira TV a ter o recurso é da Philips. Guarde este nome, se puder: ela se chama 40PFL9605D/78.
 
O middleware permite ao aparelho interagir com a programação enviada pelas emissoras pelo sinal digital. Embora a TV Globo e outros canais também estejam trabalhando em aplicativos, o único que pegou no INFOlab foi o do SBT. Ele exibe notícias, programação, promoções e enquetes – bem desatualizadas, por sinal.

Pela conexão cabeada com a internet, é possível responder às perguntas do quiz, que em 8 de novembro de 2010 ainda perguntava: “Você já escolheu em quem vai votar para presidente do Brasil?” As notícias não são clicáveis, mas o que dá a impressão é que esse não é o aplicativo acabado, mas uma versão ainda em desenvolvimento. Agora que os aparelhos de TV com suporte ao Ginga estão saindo do forno, cabe às emissoras aprimorar seus aplicativos.

Outro benefício exclusivo da 40PFL9605D/78 é o browser, dentro do menu da Net TV. Além de zapear pelos widgets como o do YouTube, há uma opção de “Navegação Livre”, onde você tem acesso ao infinito mar de sites da internet. Exceto aqueles rodando em Flash. Não é muito difícil sair navegando pelos sites com o controle remoto, mas, para chegar a um link no pé da página, é preciso passar com o direcional por todos os ícones que o precederem. Na hora de digitar palavras no campo de busca ou mensagens escritas, um teclado virtual aparece na tela. É fácil digitar nele, porém não muito rápido.

A TV é full HD e tem 40 polegadas, é iluminada por LED, tem 240 Hz e 1 milisegundo de tempo de resposta. Há quatro entradas HDMI e Wi-Fi. Esta última conexão, aliás, é bem interessante por causa da função Wi-Fi Media Connect, tecnologia da Philips semelhante à Intel Wireless Display. Pela rede Wi-Fi, ela torna possível buscar pela TV desktops e notebooks ao redor e transmitir por streaming a tela do computador para a TV (por cabo também é possível), a 720p. O Wireless Display da Intel tem a diferença de atingir os 1080p.

O aparelho não tem a função 3D já embutida. Para isso, é preciso investir 700 reais em um kit com sincronizador 3D com os óculos da Philips. O preço normal da TV é de 5.699 reais. A TV está debulhada na edição da INFO de novembro, junto com o teste de outros 108 produtos.

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Netbook com Chrome OS pode chegar em breve


Os primeiros netbooks a embarcarem com o sistema operacional do Google, o Chrome OS, podem chegar ainda este mês, de acordo com informações passadas por fabricantes asiáticos desses dispositivos.

Publicações como a taiwanesa DigiTimes, citam fontes de fabricantes de peças de computador que dizem que empresas como Acer e HP como as primeiras a introduzir o novo sistema em seus netbooks que começam a sair das fábricas ainda este mês.
Além disso, as fontes informam ainda que o Google também poderá lançar um netbook próprio a ser fabricado pela empresa Inventec.

O Google anunciou o Chrome OS em novembro de 2009 e o sistema foi desenvolvido com base em uma versão especial do navegador Chrome, modificado para rodar aplicativos web e com seu próprio sistema de armazenamento.

À época o Google informou que os dispositivos que embarcassem com o Chrome OS teriam memória flash e armazenamento online, em detrimento dos tradicionais discos rígidos.

Com essas configurações e se concretizar o lançamento dos netbooks com Chrome OS agora, o Google poderá iniciar uma disputa nesse mercado com a Apple, que acaba de lançar seu novo MacBook Air, que traz memória flash e capacidades de instant-on.
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PX-MiEV, o híbrido 4×4 da Mitsubishi

No Salão do Automóvel, que ocorre em São Paulo até dia 7 de novembro, muitas montadoras apostaram suas fichas nos carros ecologicamente corretos, como os elétricos e os híbridos (que mesclam eletricidade com combustível).

E a japonesa Mitisubishi não ficou de fora dessa, apresentando seu carro-conceito crossover, o PX-MiEV. O modelo híbrido 4×4 segue alguns conceitos do i-MiEV, um carro compacto elétrico que já é comercializado no Japão.


O modelo vem equipado com sistema híbrido plug-in, desenvolvido pela própria montadora, que seleciona automaticamente o modo de funcionamento de acordo com as condições de rodagem e a energia remanescente na bateria.

O Mitsubishi Concept PX-MiEV vem equipado com suspensão a ar controlada eletronicamente e tem ainda um sistema de tração que permite controlar o torque das rodas traseiras a fim de manter a estabilidade direcional do veículo. Os faróis e lanternas traseiras são compostas por LEDs e a carroceria utiliza uma recém-desenvolvida cor metálica que reflete os raios solares, ajudando a manter mais baixa a temperatura interna do veículo.
O destaque desse modelo é o seu Sistema de Monitoramento de Condução conta com uma câmera instalada em frente ao motorista, que verifica constantemente os movimentos dos olhos do condutor para determinar seu nível de alerta. Se o sistema detectar uma diminuição de concentração, ele emite sinais sonoros, vibratórios, visuais e um aroma característico pelo sistema de ventilação e do ar condicionado para alertar o condutor.



Outro sistema implantado no PX-Miev é o Driving Safety Support System (DSSS), também utilizado pela Agência Nacional de Polícia no Japão, consiste em um receptor de bordo que capta sinais transmitidos por sensores ópticos, instalados em câmeras de monitoramento e pontos estratégicos nas estradas, alertando ao motorista sobre veículos próximos, estacionados ou em movimento, além da presença de pedestres.




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domingo, 17 de outubro de 2010

Overclock no Processador

Boa tarde a todos, hoje troxe aqui um recurso chamado OverClock, que almenta a frenquencia dos processadores. Para quem gosta de jogos, essa é uma dica interessante para acelerar o desempenho do seu PC para rodar softwares que exijam mais da sua máquina!
Ai fica a dica, apenas alerto para ter um certo cuidado, pois OverClock diminui o tempo de vida útil do seu processador e feito de forma incorreta pode acarretar na perda de outros dispositivos da sua máquina!

Como fazer um overclock 

1. O que é overclock?
O overclock consiste em fazer determinado chip trabalhar acima da freqüência de fábrica. Vou ensinar aqui como fazê-lo em um processador.
2. Opções na BIOS:
Na BIOS existem várias opções de overclock, e eu vou citar aqui e dar uma breve explicação sobre elas. Lembrando que o nome delas pode variar, dependendo da placa-mãe.
CPU External Frequency: FSB (Front Side Bus). É a velocidade com que o processador conversa com a memória. É basicamente por aqui que fazemos o overclock.
CPU Multipler, CPU Frequency Multipler: multiplicador da CPU. Esse número, multiplicado pelo FSB, resulta no clock da CPU. Ex.: 133 x 12,5 = 1667 MHz (Athlon XP 2000+).
Memory Frequency: divisor das memórias. Geralmente, o modo síncrono (1:1, FSB na mesma freqüência das memórias) é o que oferece mais desempenho e mais estabilidade. Se você tem memórias DDR400 e usa um processador
com FSB 266 MHz, elas rodarão também a 266. Você pode setá-las com velocidade maior que a CPU, mas isso quase não trará aumento de velocidade.
Memory Timings: timings da memória. Dessa opção, partem várias sub-opções: CAS Latency, RAS Precharge, RAS to CAS Delay, Active Precharge Delay. Também há outros, como DRAM Idle Time, TRP, TRDRAM, etc. mas esses só estão disponíveis no Athlon 64. Uma diminuição nesses números implica numa maior velocidade do sistema, mas afeta a estabilidade. Em overclock, o ideal é aumentá-los, pois o acréscimo de clock compensa os altos timings.
CPU Vcore: voltagem da CPU. Quando se aumenta muito a freqüência do processador, é necessário dar um acréscimo na voltagem do core para atingir a estabilidade, o que também implica num aumento da temperatura. Também é possível abaixar o vCore, o que deixa o processador mais frio e, conseqüentemente, aumenta sua vida útil, mas isso só se for para trabalhar em stock (sem over) mesmo.
DDR Reference Voltage: vDIMM (voltagem das memórias). Ao subir o FSB, o clock das memórias sobe junto (isso no modo 1:1), e também é necessário aumentar sua voltagem para conseguir estabilidade, mas isso só se você ultrapassar a freqüencia de fábrica das memórias: se forem DDR400, só será necessário aumentar o vDIMM se elas passarem de 200 MHz; também pode ser útil em stock, para conseguir timings melhores.
Chip Voltage Control: Vdd (voltagem do chipset). É muito útil em overclocks agressivos, quando se tem um alto FSB.
Também há outras opções, como SB Voltage (voltagem da ponte-sul), HT Multipler (multiplicador do HT), mas estas só estão disponíveis em sistemas com o Athlon 64.
3. Começando…
Antes de fazer um overclock, você deve verificar se está tudo certo com o sistema. Dê uma olhada nas temperaturas e nas voltagens da fonte. Nos Athlons XP, não é recomendado passar de 60ºC e nos Pentium 4, de 50ºC. Em relação às voltagens, não pode haver uma variação maior que 5%, pois, caso contrário, você pode arrastar a sua fonte – junto com todo o sistema – para o lixo.
Para quem não está a fim de fazer contas:
+12V: 11,4v a 12,6v
+5V: 4,75v a 5,25v
+3,3V: 3,14v a 3.46v
Um bom programa para medir isso é o Everest Home Edition. Para quem tem placa-mãe da ASUS, é melhor o ASUS PC Probe.
Lembrando que isso tudo deve ser medido em full load. Para isso, tem o Stress Prime 95.
4. Mãos à obra!
Agora chegou a hora de agir. Reinicie o computador, entre na BIOS (geralmente apertando Del, quando o computador liga) e aumente o FSB. Mas não aumente muito, pois certamente o sistema não irá agüentar; eu recomendo 5 MHz. Volte para o Windows, rode o Stress Prime 95, verificando a estabilidade. Sempre dê uma olhada na temperatura e nas voltagens. E assim por diante, até alguma vez dar erro no Prime 95, o que indicara instabilidade. Quando isso ocorrer, tente dar uma relaxada nos timings da memória. Vá testando a estabilidade, olhando temperatura e voltagens. Também é útil mexer no vDIMM e abaixar o multiplicador (para poder aumentar um pouco o mais FSB). Mexer no vCore também ajuda. Não esqueça do Vdd.
Mas não exagere! Quanto mais altas são as voltagens, menos tempo de vida útil os componentes têm: eu não gosto de ultrapassar 0,2v o vCore original do processador. É bom você ter um gabinete bem ventilado, um bom cooler na CPU (pra mexer no vCore), dissipadores nas memos (pra mexer no vDIMM) e até um cooler ativo na ponte-norte (caso mexa no Vdd).
E é isso aí, você tem de ir mexendo no vCore, vDIMM, multiplicador, testando aqui e ali e ver o máximo de over que você consegue.
Matéria retirada do site: http://www.babooforum.com.br
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Conheça as primeiras TVs da Sony com Google TV


Esta é a nova TV da Sony equipada com o Google TV, anunciada hoje, e pudemos conhecer a “primeira HDTV equipada com o Google TV” (e também seu controle remoto monstro). Nada mal para uma TV de 46 polegadas que custará U$1400.

Confira:


E FICA A PERGUNTA: SERÁ QUE O SISTEMA GOOGLE TV SERÁ A REVOLUÇÃO NA FORMA COMO ASSISTIMOS TV ? OU APENAS MAIS UMA ONDA ? ONDE SERÁ QUE A GOOGLE QUER CHEGAR ? DÊ SUA OPINIÃO, COMENTE, NOS ADICIONE NO TWITTER
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Mouse Monster Naga, da Razer, perde qualquer vestígio de fio !


O mouse Naga, todo pensado para quem gosta de um MMORPG, tem muita coisa para alguém tão pequeno. Dezessete botões programáveis, e um sensor de 5600 dpi. Mas ele perdeu algo: seu fio. Então leve teu mouse doido pra qualquer canto.


A nova versão, batizada de Naga Epic, parece ser basicamente o mesmo mouse, mas sem fio. Se serve para algo, deve ser realmente uma nova experiência com a ausência completa de fios – mas continuamos achando que isso não faz jus ao Epic no nome. Mas os malacos do MMORPG que querem mesas menos caóticas e mais espaço para garrafas de Coca e salgadinhos Torcida deverão gostar. [Razer]


 

VOCÊ GOSTARIA DE TER UM BRINQUEDINHO DESSES ? COMENTE E SIGA-NOS NO TWITTER
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ZTE anuncia tablet com Android




ZTE Light é o nome do tablet estreante da empresa chinesa. O aparelho, com Android 2.1, está em exposição nesta semana em uma feira de eletrônicos de Pequim.

O tablet tem 403 gramas com uma tela sensível ao toque de 7 polegadas. Detalhes como resolução e processador ainda não foram revelados. Sabe-se que ele tem 512 MB de RAM e 512 MB de ROM, memória expansível para até 32 GB por cartão de memória.
Uma característica interessante do aparelho é que ele também fará chamadas. As frequências acessadas por ele são UMTS 2100 MHz/900 MHz e HSUPA — esta última para internet 3G. Ele se conecta a outros dispositivos por Bluetooth e Wi-Fi.

O ZTE Light tem uma espécie de acelerômetro (o G-sensor), GPS e câmera de 3 MP. Ele reproduz áudio e vídeo e sua saída de som é analógica. A ZTE não falou nada sobre alto-falantes embutidos. Muito menos sobre preço e data de lançamento. Fonte: AKI
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LG também adere ao Windows Phone 7



Assim como outras três fabricantes, a LG não deixou de lançar seus novos filhotes com Windows Phone 7. Como virou moda, os aparelhos vêm em dois formatos: com telona sensível ao toque ou com tela um pouco menor e teclado físico.



Os dois aparelhos, chamados de Optimus 7 e Optimus 7Q, compartilham um bom número de especificações. A começar pelo processador de 1 GHz da Qualcomm que já está movendo praticamente todos os últimos grandes lançamentos de smartphones.



A câmera será de 5 megapixels com filmagem a 720p em ambos, assim como a conexão DLNA e o 3G. A memória interna apresenta um bom número de 16 GB.



A diferença básica está no formato, mais redondinho no 7Q, com teclado QWERTY e tela de 3,5 polegadas, e quadrado no Optimus 7, com tela ligeiramente maior, de 3,8 polegadas. Enquanto o Q7 está previsto para chegar aos Estados Unidos, o Optimus 7 tem lançamento programado até no México e em outros lugares, como Canadá e Europa.



É verdade que muito se discute sobre o Windows Phone 7 estar fadado à morte. Mas, independente das previsões, fundamentadas ou não, o fato é que o sistema operacional conseguiu atrair a atenção das fabricantes leais à Microsoft. E não só da LG e da concorrente Samsung, mas também da HTC, que lançou metade dos aparelhos anunciados.



A Dell, cujos smartphones são raros, também entrou na jogada. A briga para ver qual delas faz mais sucesso com a plataforma começa em 21 de outubro. Fonte: AKI



  

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Novo lançamento da nintendo em comemoração aos 25 anos do tio mario


Nintendo lança Wii vermelho para comemorar 25 anos de 'Super Mario'.


A Nintendo divulgou uma nova versão do console Wii para comemorar os 25 anos do game 'Super Mario Bros.', completados no dia 13 de setembro passado. Na cor vermelha, o aparelho chega ao mercado japonês no dia 11 de novembro por cerca de US$ 241 com a cópia da coletânea especial 'Super Mario Bros. 25th Anniversary Edition'. Como destaque está o novo controle Wii Remote, que já possui o acessório Motion Plus, que garante maior precisão de movimentos, embutido. Não há previsão para o aparelho chegar aos mercados europeu e norte-americano.
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Para que usa o GPS ?


Smartphones ocupam lugar do GPS nos carros.


Novas tecnologias que permitem que celulares sejam usados como GPS avançaram ainda mais na quinta-feira (7), o que pressiona as fabricantes de aparelhos de navegação embutidos.

O grupo do setor automobilístico alemão Consumer Electronics for Automotive (CE4A) apresentou um novo padrão para a tecnologia, que vem ganhando força com incentivo da Nokia, maior fabricante de celulares do mundo.

A indústria de aparelhos de navegação, liderada pelas europeias TomTom e Garmin, levou um duro golpe da concorrência de smartphones com GPS.

Quando este novo padrão for incluído em automóveis – algo que deve acontecer a partir do ano que vem –, ele permitirá que consumidores simplesmente conectem seus smartphones ao carro, sem que tenham maiores problemas para configurar seus aparelhos de navegação, além de terem acesso a outras funções de seus celulares através de uma tela embutida no veículo.

O uso amplo da tecnologia ainda deve levar um tempo, segundo analistas e executivos do setor.

"O impacto imediato disso será limitado, mas se o consumidor tiver uma experiência positiva com o uso do celular para navegação no carro, isso elimina a necessidade de um aparelho separado", disse o analista Tim Shepherd, da Canalys.

A Navteq, maior empresa de mapeamento digital do mundo, afirmou que vê um grande interesse pela tecnologia na indústria.

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